Ausência de secretários em audiência mantém silêncio da Prefeitura de São Luís sobre emendas para o Aldenora Bello e APAE
- Pra Começo de Conversa

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A Prefeitura de São Luís continua negando explicações sobre o não pagamento das emendas dos vereadores que destinaram R$ 4 milhões para melhorias na APAE e R$ 12 milhões para a implantação de uma ala pediátrica no Hospital Aldenora Bello. Pela segunda vez, os secretários municipais de Saúde, Planejamento e Governo faltaram à audiência pública, proposta pelo vereador Raimundo Penha, para a qual foram convocados a prestar esclarecimentos na Câmara de São Luís.
“O assunto de que estamos tratando não era uma pauta para ser politizada. Queremos discutir com os secretários recursos que esta Casa destinou para a APAE, no valor de R$ 4 milhões, e para o Aldenora Bello, de cerca de R$ 12 milhões. A nossa intenção é melhorar o atendimento a pessoas com deficiência, e garantir assistência a crianças com câncer que hoje estão em uma fila de espera por falta de leitos”, justificou o vereador Raimundo Penha.
Foram convocados para a audiência pública os secretários municipais de Saúde, Carolina Mitri, de Planejamento, Simão Cirineu, e de Governo, Emílio Murad, que pela segunda vez não compareceram à Câmara de São Luís. O primeiro encontro havia sido agendado para dia 03 de março, quando eles comunicaram que não poderiam comparecer e sugeriram um novo agendamento, que seria nesta terça-feira. Mas novamente os três faltaram e desta vez somente o secretário Emílio Murad justificou a ausência.
Os vereadores querem explicações da Prefeitura de São Luís para a falta de repasse dos recursos destinados às duas instituições de saúde, desde novembro do ano passado. Mas nem o prefeito Eduardo Braide, nem os secretários municipais responsáveis dão qualquer esclarecimento à Câmara Municipal. “É um desrespeito não somente com o parlamento, mas com as pessoas com deficiência e com os pais, as mães e as crianças que precisam de assistência na luta contra o câncer. Mas nós continuaremos cobrando que o direito à saúde dessas pessoas seja respeitado”, finalizou Raimundo Penha.
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