Dra. Gisele defende recuperação das BRs e cobra avanços na infraestrutura rodoviária do Maranhão


As condições das rodovias federais que cortam o Maranhão estão entre as principais preocupações apresentadas pela candidata a deputada federal Dra. Gisele. Ela chama atenção para os problemas enfrentados diariamente por motoristas, caminhoneiros e passageiros e apresenta propostas para melhorar a infraestrutura rodoviária do estado.
Segundo Dra. Gisele, buracos, falta de acostamento e pistas simples com intenso fluxo de veículos pesados aumentam os riscos para quem utiliza as estradas maranhenses. A candidata defende uma atuação mais firme em Brasília para cobrar investimentos e a recuperação das rodovias federais.
“Todo mundo que pega estrada no Maranhão sabe o risco que corre. Buraco, acostamento que some, pistas simples com fluxo intenso de carretas. É preciso mais cuidado com as rodovias federais que cortam o nosso Estado”, afirma.
Entre as prioridades apresentadas está a recuperação estrutural das BRs, com ações que, segundo ela, vão além das operações emergenciais de manutenção.
“Não pode ser a Operação Tapa-Buraco apenas antes ou depois da chuva. É preciso uma recuperação de verdade”, destaca.
Estradas - A duplicação da BR-135 também aparece como uma das principais bandeiras defendidas pela candidata. Dra Gisele chama a atenção para demora da obra
“Essa obra se arrasta há mais de dez anos. Quem paga a conta do atraso é o trabalhador, é o caminhoneiro”, disse Dra. Gisele.
Outro ponto destacado por Dra. Gisele são as condições da ponte do Estreito dos Mosquitos, na BR-135, principal ligação rodoviária entre São Luís e o continente. A candidata defende a conclusão da nova estrutura como forma de ampliar a segurança e a capacidade de circulação na região.
Para Dra. Gisele, discutir estradas é também discutir o cotidiano da população e o funcionamento da economia maranhense.
“Estrada boa não é luxo. Estrada boa reflete e, vários pontos: No preço do pão, no remédio que chega e no paciente que alcança o hospital a tempo”, afirma.





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